
A derrota por 2 a 0 para o Flamengo não foi apenas um tropeço. Foi um vexame. Um retrato fiel do que o Palmeiras se tornou sob o comando de Abel Ferreira: um time burocrático, previsível e sem coragem. Sim, fralda cheia! A expressão usada por Rogério Lugó resume perfeitamente o espírito covarde que tomou conta da equipe.
O Palmeiras entrou em campo como se estivesse indo para um velório. Nenhuma ousadia, nenhuma gana, nenhum sinal de grandeza. Com três volantes em campo e nenhuma proposta ofensiva concreta, Abel Ferreira montou um esquema que mais parecia voltado a perder de pouco do que buscar uma vitória. E mesmo assim perdeu de forma inapelável.
A apatia do time foi constrangedora. Jogadores caminhando em campo, marcação frouxa, meio-campo inexistente. O ataque então, uma piada.Vitor Roque isolado na frente tentando disputar bolas no corpo com zagueiros mais fortes, enquanto os meias assistiam de longe sem se apresentar para o jogo. Um time que finalizou apenas duas vezes e sequer acertou o gol. É essa a tal identidade vitoriosa que Abel tanto defende? Porque em campo, o que se vê é um time covarde, recuado e absolutamente dominado por qualquer adversário minimamente organizado.
Abel, que já teve seus momentos de glória, parece estar perdido. Suas escolhas têm sido equivocadas, suas entrevistas arrogantes e suas escalações inexplicáveis. A insistência em jogadores que não rendem, a falta de variações táticas, e o comportamento explosivo à beira do gramado demonstram um técnico mais preocupado em manter o próprio ego do que em fazer o Palmeiras voltar a jogar bola.
E não é só essa partida contra o Flamengo. O Palmeiras vive uma sequência ridícula de atuações pífias. A defesa, antes sólida, virou peneira. O meio-campo não cria e o ataque vive de chutões e lampejos de jogadores que parecem cansados de tanta confusão tática. A verdade é que o time perdeu a ambição. Está acomodado. Aceita a derrota sem brigar, sem lutar. É isso que a torcida tem que engolir?
O mais preocupante é que Abel parece não enxergar o que está diante dos olhos de todo mundo. Continua apostando nas mesmas fórmulas falidas, como se estivesse em 2021. O futebol evoluiu, mas ele parou no tempo. E o Palmeiras está pagando caro por isso. O que deveria ser um ano de afirmação virou um pesadelo em câmera lenta.
A torcida, que sempre apoiou e reconheceu os méritos do treinador, agora se vê traída por um time que se recusa a jogar. Ninguém aqui esqueceu as conquistas, mas gratidão não pode ser usada como escudo eterno para incompetência. O torcedor quer um Palmeiras valente, que impõe respeito, que parte para cima. E não essa versão frouxa, engessada, com medo de tudo e de todos.
Abel Ferreira precisa mudar. Precisa deixar o ego de lado, rever suas ideias e ter a humildade de admitir que errou — e muito. Caso contrário, o ciclo que começou com brilho e títulos terminará com vaias e humilhação. Porque se tem uma coisa que a torcida do Palmeiras não aceita, é ver seu time se encolher como uma criança com medo de jogar. Rogério Lugó tem razão: esse time é fralda cheia — e já tá na hora de trocar.
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