O empate por 2 a 2 contra o Inter Miami no Mundial de Clubes, na última segunda-feira (23/06/2025), não foi apenas uma zebra – foi um atestado de incompetência no comando do time. A atuação apática do Palmeiras expôs uma equipe desnorteada, fruto de escolhas táticas equivocadas e uma escalação que parecia combinar com treino recreativo, mas nada com uma decisão internacional.
⚽ Estratégia falha desde o início
Abel admitiu que a escalação foi erro total: “na primeira parte não fui capaz de ajudar os jogadores” e que “fiz escolhas erradas na contenção das transições”. Traduzindo: desde o pontapé inicial, os jogadores estavam perdidos em campo, incapazes de impor ritmo ou se organizar taticamente.
🔁 Reações que só vieram atrás do prejuízo
Não adianta consertar o barco depois de afundar. Abel só ajustou no intervalo, provocando um remendo que resultou em empate nos minutos finais — um placar que não traduz nem de longe o futebol pobre apresentado no primeiro tempo .
👥 Torcida já questiona a liderança
Nas redes, o coro de “Fora Abel” ecoou alto: a hashtag voltou a subir no X com torcedores pedindo demissão imediata. O time estava “irreconhecível”, reflexo direto das escalações e postura tática desastrosas.
🎓 Chega de professor Pardal: queremos um técnico
Não é só tática, é mental. O Palmeiras sob Abel virou cobaia de invenções, experimento tático, sem identidade clara. “Professor Pardal comandando o time” – expressão da torcida – resume o momento inquietante de um clube acostumado a autoridade e resultadismo.
⏳ O tempo de tolerância acabou
Os ajustes do segundo tempo não bastam para justificar 45 minutos de desordem total. A classificação como líder do grupo foi possível graças à sorte. Se Abel continuar no banco, com essas escolhas de risco e falta de personalidade, poderemos ver o clube entregue a técnicos de segunda, sobrevivendo de lampejos e não de comando.
✅ Conclusão
O Palmeiras precisa de um técnico de verdade, alguém com pulso firme, clareza no planejamento e coragem para escalar o que deve e quando deve. Professor Pardal, com suas experimentações, só tem nos deixado reféns da sorte e das poucas individualidades. Se ontem era para acelerar rumo a um título mundial, o que vimos foi um freio de mão puxado por Abel Ferreira – e está na hora de questionar se esse é o comandante ideal para uma equipe de elite.
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